
Seus espelhos castanhos miravam o céu que brilhava acima do teto solar.Era noite,as estrelas faiscavam como fogo.Ao seu redor,começava o bosque,mais calmo que o normal.Ouvia-se apenas o barulho-silêncio das cigarras ao longe,e uma música antiga no som do carro.
Quando seu pescoço começou a doer de tanto olhar pra cima,desviou o olhar para o lado.Seu foco recaiu-se sobre o telefone celular,e um sorriso se esboçou no canto direito de sua boca.Suspirou uma esperança e olhou as horas.
Duas e quinze.E nada.
Fechou os olhos ardidos.E esperou.
...
O tamborilar dos dedos no vidro acordou-o de súbito.Meio zonzo,olhou o pulso;Duas e quarenta e cinco.
O rosto pálido e de sorriso meio contido encarava-o com olhos atentos do lado de fora.Ela tamborilou os dedos no vidro novamente,de ele.Ele sorriu.
-Pensei que você nunca viria-diz ele,abrindo a porta do carona.Ela sentou-se,e ele logo sentiu aquela velha sensação de conforto de quando o cheiro de flores do corpo dela se fazia presente.Fechou os olhos,e dessa vez sorriu aberto,com os dentes brancos à mostra.
Ela encarava as próprias mãosque seguravam a barra da saia rodada,cheia de nervosismo.
-Está frio..-falou ele,meio cabisbaixo.
-Me desculpa...te fiz esperar todo esse tempo.Me perdoa.
-Você não precisa pedir desculpas Ana,nunca precisou.Eu nunca vou ter raiva de você.
-Eu estava com medo.Ainda estou...-falou Ana sincera,mas relutante.
-Bem...Quer que eu te deixe em casa?-ele pergunta,a voz meio ferida.
-Não!eu quero ficar...com você.
Foi aí que ela virou o rosto na direção dele,e percebeu que ele falava juntinho de seu ouvido.Seus narizes roçaram um no outro delicadamente,e seus lábios de leve,encostaram-se,seu rosto pegando fogo.
Sentiu uma mão em seu rosto.
E um beijo.
Começava a chover,e o barulho dos pingos lhes dava certa sensação de sonolência.
Suas pálpebras fecharam-se,as mãos dadas.
Nenhum dos dois havia tirado o anel de noivado.
O rosto pálido e de sorriso meio contido encarava-o com olhos atentos do lado de fora.Ela tamborilou os dedos no vidro novamente,de ele.Ele sorriu.
-Pensei que você nunca viria-diz ele,abrindo a porta do carona.Ela sentou-se,e ele logo sentiu aquela velha sensação de conforto de quando o cheiro de flores do corpo dela se fazia presente.Fechou os olhos,e dessa vez sorriu aberto,com os dentes brancos à mostra.
Ela encarava as próprias mãosque seguravam a barra da saia rodada,cheia de nervosismo.
-Está frio..-falou ele,meio cabisbaixo.
-Me desculpa...te fiz esperar todo esse tempo.Me perdoa.
-Você não precisa pedir desculpas Ana,nunca precisou.Eu nunca vou ter raiva de você.
-Eu estava com medo.Ainda estou...-falou Ana sincera,mas relutante.
-Bem...Quer que eu te deixe em casa?-ele pergunta,a voz meio ferida.
-Não!eu quero ficar...com você.
Foi aí que ela virou o rosto na direção dele,e percebeu que ele falava juntinho de seu ouvido.Seus narizes roçaram um no outro delicadamente,e seus lábios de leve,encostaram-se,seu rosto pegando fogo.
Sentiu uma mão em seu rosto.
E um beijo.
Começava a chover,e o barulho dos pingos lhes dava certa sensação de sonolência.
Suas pálpebras fecharam-se,as mãos dadas.
Nenhum dos dois havia tirado o anel de noivado.
Para Rebeca Lopes.
Um comentário:
Sabe que na hora do sorriso branco eu já lembrei de uma cena desses dias?!
uma menina foi tirar foto e eu tava com o amigo meu que me bate. Ela olhou pro cara que ia bater a foto e falou:
"mostra os dentes?! *_*"
Amigo meu respondeu:
"isso, agora relincha!!!"
sASUhaushuHAUSHUhaushuHAUSH...
gostei do texto!
=****
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